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À Sombra do Bambu


Na quinta-feira passada, na primaTV, falei abertamente sobre a revolução da IA que já está transformando o mundo — uma inovação tão profunda quanto o nascimento da própria internet.

Os modelos de IA atuais moldam nossas vidas, economias e sociedades em uma escala sem precedentes. No entanto, por trás desses avanços, existe uma verdade preocupante: as grandes corporações que fornecem essas tecnologias se tornam poderosas usando nosso dinheiro, nossos dados, muitas vezes sem transparência ou responsabilização.

A verdadeira questão é: quando essas empresas atingirem a Inteligência Artificial Geral (IAG) — o momento em que as máquinas ultrapassarem a inteligência humana — quem se beneficiará?

Sam Altman disse a famosa frase:

“Perguntaremos à AGI como pagar nossos investidores.”

Percebeu alguma coisa? A humanidade não faz parte da equação.

Na entrevista, comparei o crescimento da IA ao do bambu:

"A IA hoje é como o bambu — cresce incrivelmente rápido, tomando conta de tudo ao seu redor. Se não prestarmos atenção agora, em breve nos encontraremos vivendo à sua sombra, nos perguntando quem a plantou — e quem a controla."

No ShareAI, estamos trabalhando para garantir que não fiquemos apenas observando esse crescimento acontecer de fora. Ao descentralizar a infraestrutura de IA e conectar dispositivos e servidores ociosos, estamos oferecendo às pessoas uma participação nessa transformação — uma maneira de transformar capacidade não utilizada em impacto e receita.

Não se trata apenas de tecnologia. Trata-se de resgatar a autonomia em um futuro que afetará todas as áreas de nossas vidas.

Você pode ler/assistir a entrevista aqui:

https://www.profit.ro/profit-live/video-profit-live-tv-denis-sandu-cofondator-shareai-2-3-ani-vrem-unim-puterea-calcul-neutilizata-dispozitivele-europenilor-alternativa-infrastructura-bigtech-sua-70-bani-intorsi-comunitate-22093495

Vamos garantir que, à medida que o bambu cresce, ele cresça para todos nós, não apenas para alguns.


      1. Haha, eu estava sendo terrivelmente irônico. Já que você obteve um 60% impressionantemente baixo, suponho que a discussão tenha se desviado o suficiente do roteiro para confundir os detectores.
        Parece que esse é o novo jogo: entrelaçar nossas vozes com as das máquinas, esperando que o resultado final pareça humano o suficiente para passar no teste do olfato — ou pelo menos gerar uma boa sequência de comentários.

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